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ESPOSA DE ALUGUEL NO SWING
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ESPOSA DE ALUGUEL NO SWING
Sempre tive a vontade de me sentir uma puta de terma, de fuder por dinheiro, de se sentir paga pelo serviço de sexo. Seria diferente atender em uma terma, diferente do serviço de acompanhate em motel, que faço, e do serviço de striper virtual , que faço através do meu site www.michellystriper.com.br. Uma noite, fomos, eu e meu marido, numa famosa boate de swing do Rio, a Paris Café, no Recreio. Lugar de pessoas bonitas e de nível, com homens elegantes, bem vestidos e de bom nível sócio-econômico, e de mulheres dentre algumas das mais gatas da cidade, das mais malhadas, das mais bem cuidadas. Ao chegarmos, fomos recebidos pela promoter, a Sylvia, linda, amável e muito atenciosa, como sempre, pois não era a primeira vez que frequentávamos a casa. Entramos e o ambiente já estava agitado, com muitas pessoas dançando e algumas já se "pagando", principalmente as meninas, que sobem ao queijo e proporcionam cenas muito quentes, muito excitantes, principalmente para os homens, que ficam loucos ao verem suas gatas em tórridos beijos e altos amassos ao embalo da música. Momentos depois, fui procurado por alguém da casa, que já conhecia meu site, www.michellystriper.net , e sabia que faço serviço de acompanhante, perguntando-me se atenderia ali, naquele ambiente, naquela noite, naquele momento. Mesmo em não sendo uma terma, me senti como se fosse uma dessas meninas que atendem naquele tipo de lugar, e fiquei excitada com a possibilidade. Conversei com meu marido e expliquei a situação. Ele, de pronto, atendeu.A confiança entre nós é total. Fui, então, levada a conversar com meu "cliente", que me explicou a proposta: de eu fazer o papel de sua esposa durante aquela noite, participando no troca-troca com outros casais. Entendi e aceitei, acertando os valores e o período em que o acompanharia. Comecei a prestação dos meus "serviços" na própria boate, trocando carícias e beijos com outras meninas. Meu cliente já começou a tirar proveito da situação, tocando e beijando as outras meninas, pois eu trocava carícias e beijos, também, com seus pares masculinos, e obviamente havia a troca. E era estranho saber , e ver, meu marido próximo, acompanhando tudo de perto, discretamente. A certo momento, decidimos subir para o andar onde ocorrem as maiores fodas do planeta rs rs. Chegando lá, já rolavam muitos momentos de prazer, de sexo. Começamos a entrar e a sair dos diversos quartos que existem no local, procurando parceiros para nossos momentos. Entramos em um quarto em que rolava muito sexo entre dois casais, com mais outros dois pares assistindo. Eu, desinibida que sou, me aproximei das meninas destes pares e comecei a acariciá-las, com toques e beijinhos na nuca e nos rostos. De repente, já estávamos envolvidos uns com outros, com 3 casais se tocando e se beijando. Quando o tesão já estava lá nas alturas, sentei na cama e coloquei a pica do meu amante pra fora e comecei a chupar com vontade. Quando dei por mim, já havia outra boca me ajudando no serviço rs rs. Resolvi retribuir a ajuda chupando a pica do seu companheiro, enfiando até o fundo da garganta. Ele , então, falou ao meu ouvido que estava doido pra me fuder. Tirou minha calcinha, deu uma bela chupada na minha xaninha e me colocou de quatro, encapando sua pirocona e direcionando-a pra minha bucetinha, passando a enfiá-la lentamente, acelerando em seguida. Enquanto isso, meu amante/amigo/cliente já estava fudendo a bucetinha da parceira do meu fudedor, estando ela sentada no seu colo, gemendo e gritando que estava bom demais. Com a piroca ainda na minha xotinha, posicionei-me no sentido de conseguir alcançar com minha boca aquela bucetinha que estava sendo invadida pela pica do meu cliente. Quando consegui, passei a chupar aquela pica que entrava e saía dela, tirando, de vez em quando, de dentro da bucetinha dela, aproveitando pra chupar não só a pica, deixando-a limpinha pra entrar novamente, como também a xotinha daquela gata fogosa, que gritava que minha língua estava quente demais. O terceiro casal estava fudendo também, sendo que a mulher estava de costas na cama, sendo fudida pelo seu macho, e aproveitava pra tocar minha bucetinha com o dedo, ora conseguindo enfiá-lo junto com a pica do meu fudedor. Que tesão do caralho ! QUe delícia ! Que tesão ! Depois de algum tempo naquela fudelança, os homens gozaram. Retiramos as camisinhas e tratamos de deixar todas as picas limpinhas, sem uma gota de porra. Ao final dos meus serviços prestados, meu cliente disse que foi o serviço mais bem pago que ele tivera, e que retornaria outras vezes. Fiquei muito feliz por isso, pois adoro não só o sexo, mas também de atender muito bem meus clientes e realizar seus desejos e suas fantasias.
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Um dia, meu laptop "deu pau". Não o pau que eu, como uma boa putinha
safada, gostaria que desse rs, mas deu problema, deu "tilt", ou seja,
não funcionava mais. Liguei para a assistência técnica, que ficou de
mandar alguém para repará-lo. 

Fomos aproveitar as belezas de nossa cidade maravilhosa, num passeio no
pedalinho da Lagoa Rodrigo de Freitas. Lindo dia, sol e pessoas bonitas
ao redor.
Decidimos sair certa noite, eu e meu marido, e irmos dançar em uma boate. Pensamos em ir, pela primeira vez, em uma boate gls, pois sempre tivemos a curiosidade em conhecer uma do gênero, e achamos que era chegada a hora. Fomos, então, a uma famosa boate do tipo na Zona Norte do Rio, no bairro de Madureira. Quando lá chegamos, vimos na fila da bilheteria muitos casais homos formados, e praticamente nenhum hetero, e percbi vários olhares meio que disfarcados pra mim, quase na sua totalidade de mulheres, uma vez que eu estava vestida de forma nada convencional para aquele ambiente, bem putinha, com sainha bem curtinha e um top micro, que deixava meu decote bem generoso.





