quarta-feira, 22 de maio de 2013

Esses são os meus shows !!!
















SHOW 1
Show, ao vivo, sozinha: 20 min - R$ 30,00  
Clique no botão verde para adquirir o show ao vivo.



SHOW 2
Show, ao vivo, sozinha, com brinquedinho na bundinha: 20 min - R$ 45,00
Clique no botão azul para adquirir o show ao vivo.






 

SHOW 3
Show de casal : 20 min - R$ 60,00 
Clique no botão laranja para adquirir o show ao vivo do casal. 




SKYPE: MICHELLYSTRIPER3

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terça-feira, 21 de maio de 2013


SALVADOR, TERRA DE ENCANTOS E DE MINHAS BOAS PUTARIAS 




Estive em Salvador-BA a convite de um amigo muito genero$o, que procurou por PUTA NO SKYPE, achou meu site como STRIPER VIRTUAL, onde viu que também sou ACOMPANHANTE, e me convidou a passar uns dias naquela linda terra. Como digo a todos que acessam meu site, www.michellystriper.net, e me querem como ACOMPANHANTE, para fora do estado só viajo na companhia do meu marido.E assim, ele pagou nossas passagens , e lá fomos nós. Saímos do RJ, no meado do ano, com frio. Chegamos a Salvador, aquele sol. Fomos para o hotel designado por ele, com reservas já feitas ( e pagas, é claro ).Ficamos em um hotel de frente para o mar, no Jardim de Alah, ponto estratégico de putaria na cidade, onde rolam doggings em estacionamento próximo ao mar. Eu, como uma STRIPER, que me adoro me exibir, já imaginou, né, de frente para o mar, e de frente para a piscina ? Não prestou.
        Depois de um pequeno reconhecimento da área, fomos dar uma volta na cidade.Eu, claro, de micro short e blusinha, bem a vontade. Muitos olhares recebidos. Meu marido ficava um pouco à distância, logo, surgiram muitas cantadas de pedestres e de motoristas. Voltando ao hotel, peguei uma piscina com meu fio dental, o que deixou alguns hóspedes e o pessoal de serviço loucos rs. Aproveitei para tirar novas fotos para meu blog www.michellystriper.com. Claro, me insinuei para alguns. Muitos acompanhados, ficavam loucos por não poderem correspoder.
        Mais tarde, passeio de praxe pelo Pelourinho, Ribeira, Mercado Modelo, cidade baixa e cidade alta, Campo Grande, etc. Os baianos são atrevidinhos rs rs.Os policiais, então rs ! Passando perto de uma viatura, um policial que estava no banco de trás, desconsiderando a presença do meu marido, falou pra mim, enquanto passávamos ao lado deles : "você é gostosa pra caralho, hein rs ?". Adorei a petulância rs. Voltando ao hotel, não deixei de tirar fotos nua pelos corredores, as quais estarão aqui no meu site, www.michellystriper.com.br . Tb tirei fotos em locais públicos de Salvador.
        A noite, como combinado, o meu baiano genero$o nos pegou no hotel, em um carro que, por dentro, mais parecia um avião, tantos instrumentos e luzinhas ele tinha. Importado. Ele, então, pediu meu marido pra pegar no volante, enquanto "conversava" comigo no banco de trás. Começou a me beijar e a me tocar. Tirou minha blusa e mamou gostoso os meus seios. Libertou sua pica da calça e eu, então, caí de boca, engolindo toda aquela tora. Ele ficou louco. Aliás, loucura total aquela putaria pelas ruas da cidade, mesmo com o carro bem filmado. Quando meu amante estava doido de tesão, pedi que colocasse uma camisinha e sentei em sua piroca, de frente, beijando-o, quicando e rebolando gostoso. Claro, ele não aguentou por muito tempo aquela sacanagem, e encheu o preservativo com seu leitinho. Tirou-o e eu tratei de limpá-lo, deixando-o prontinho pra mais uma. Paramos em um restaurante de luxo da cidade,e vc pode imaginar o alvoroço, não é ? Uma mulher seminua no recinto, onde imperam vestidos longos. Meu amigo nem ligou. E eu, acostumada a me exibir como STRIPER VIRTUAL, e eu como ligo muito menos, tô nem aí. Depois de um jantar delicioso e excitante, pois me insinuei para diversos homens no salão, fomos deixados no hotel e marcamos para mais tarde uma fantasia a ser realizada para meu genero$o amante.
        Hora marcada, estava ele lá para nos pegar e fomos para o estacionamento do Jd. de Alah, onde ele queria me ver fudendo com os punheteiros que param de carro ali para ver casais transando. a STRIPER CARIOCA na putaria baiana. Parou sua máquina e começamos a putaria dentro dela, eu chupando a piroca dele e do meu marido ao mesmo tempo. O carro foi, em poucos minutos, cercado por punheteiros, já em movimentos de vai e vém nos seus membros, já eretos. Depois, sentei novamente na sua pica já devidamente encapada, enquanto chupava meu marido. Ainda bem que o carro era grande. Gozou novamente, e eu, novamente, o limpei com minha ágil linguinha. Meu amante, então, pediu que eu saísse do carro e fizesse a alegria da galera punheteira. Saí e comecei a beijar um por um, pois adoro beijar na boca.E quem se importou em ter um restinho de gosto de porra nela? Ninguém nem percebeu, tamanho o tesão. Depois, coloquei meus seios para fora da blusa e deixei para serem chupados. Pareciam bezerros famintos. Meus seios ficaram molhados de tanta chupação. De repente, fui forçada por um deles a chupar sua tora. Quando vi, já eram umas cinco ou seis em volta de mim, e eu dando conta de todas, em revezamento 4 x 100. Quando percebi, já estava sendo fudida por um, mamada por outro e chupando outro. Depois, trocavam. Era tudo sincronizado entre eles que parecia ensaiado. Que putaria gostosa ! E no final, como prêmio para os que fuderam e seguraram o gozo, tiveram minha boquinha de depósito de leite. Foi um banho de esperma. Sorvi cada gota, limpei cada piroca. Todos saíram muito satisfeito. E meu amante genero$o mais ainda, pois teve tudo o que desejou e que planejou, dizendo que valeu cada centavo do investimento, prometendo um bis.


segunda-feira, 20 de maio de 2013


                   ACESSE OS SITES ABAIXO E VEJA FOTOS E CONTOS ERÓTICOS REAIS .



NÃO SABIA QUE EU ERA CAPAZ DISSO !!!

        Como todo sábado, fomos, eu e meu marido, à boate Paris Café, no Recreio, RJ, onde rola a melhor festa boate da cidade, aos cuidados da sempre querida Sylvia ,que recebe seus convidados com o maior carinho.Adoro ser striper virtual , mas não abro mão do sexo real, da putaria, do corpo a corpo. Tanto com meu marido, tanto quanto como acompanhante .
        Chegamos por volta das 00:30hs, e percebemos, pelo estacionamento lotado, que a festa prometia. Saí do carro com meu microvestidinho preto, andando pela calçada da Av. das Américas, chamando a atenção dos que passavam de carro. Como já não gosto, abaixava e fingia estar ajeitando meu sapato de oncinha, deixando a mostra minha bunda malhada de academia, percebendo que estava agradando a alguns, pelos sons de buzina dos que passavam. 
        Ao entrar, depois de cumprimentar os seguranças na entrada e a amável Sylvia , chegamos à boate, onde todos dançavam ao som de uma música de Naldo, entrei no clima e participei da pegação no queijo entre as meninas, uma das partes que mais gosto. Depois de muito beijar e ser beijada pelas gatas da pista, subimos, eu e meu marido, para o "matadouro" rs rs. Chegamos à cobertura e nos aproximamos de um casal que já estava em ação, com o cara metendo na xaninha da gata, que estava de quatro, mas não topou chupar a pica do meu marido. Pensei em tentar a sorte, pois ela, então, deveria curtir somente as gatas alheias rs rs. Acertei. Trocamos longos beijos de língua. Nos tocamos. Nos abraçamos, enquanto ela era fudida e eu já estava sendo fudida, também, pelo meu marido. Ela, então, entrou por baixo de mim e começou a chupar minha bucetinha , que já estava ensopada, pegando, por vezes, uma rebarbinha da pica do meu macho. Ato seguido, tirei a pica do meu homem e fiquei de quatro para ela, que começou um banho de língua como poucas vezes havia recebido. Nem sei quantas vezes gozei em sua boca. Em seguida, senti outra língua passeando por mim: era a boca do macho dela, que dividia espaço com ela, chupando o meu cuzinho, enquanto sua amada continuava suas quentes lambidas na minha xotinha. Mais prazer ainda. Mais gozos. Bucetinha mais ensopada ainda. Depois de ficar com a perna bamba de tanto gozar, resolvi retribuir um pouco do prazer recebido. Comecei,então, a tatear a xaninha da putinha que me fez gozar como nenhuma outra havia feito. Enfiei um dedo. Enfiei dois dedos. Enfiei três dedos. E ficava cada vez com mais tesão ao ouvir o marido dela pedindo pra eu enfiar cada vez mais fundo e enfiar mais dedos.Acreditem, pois eu não acreditei: enfiei a MÃO TODA ! Nunca havia feito isso e nem pensei que sentiria tanto tesão, um dia, em fazer algo parecido. Cheguei até o pulso e soquei fundo, como pedia o macho da putinha. Ela gritava de tanto gozar. Tirei minha mão molhada da xaninha da safada e levei-a à sua boca, que lambeu dedo por dedo, sentindo o seu próprio sabor. Isso, sem falar na chupada em sua bucetinha que eu dei, pra surpresa e tesão absurdo meu marido, que sempre sonhou com esta cena, mas sempre repudiei, achando e dizendo pra ele que nunca faria isso. Chupei muito e gostei demais. Bucetinha cheirosa e gostosa. Que noite ! Que prazer ! Que tesão ! 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

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ESPOSA DE ALUGUEL NO SWING 


 Sempre tive a vontade de me sentir uma puta de terma, de fuder por dinheiro, de se sentir paga pelo serviço de sexo. Seria diferente atender em uma terma, diferente do serviço de acompanhate em motel, que faço, e do serviço de striper virtual , que faço através do meu site www.michellystriper.com.br.  Uma noite, fomos, eu e meu marido, numa famosa boate de swing do Rio, a Paris Café, no Recreio. Lugar de pessoas bonitas e de nível, com homens elegantes, bem vestidos e de bom nível sócio-econômico, e de mulheres dentre algumas das mais gatas da cidade, das mais malhadas, das mais bem cuidadas. Ao chegarmos, fomos recebidos pela promoter, a Sylvia, linda, amável e muito atenciosa, como sempre, pois não era a primeira vez que frequentávamos a casa. Entramos e o ambiente já estava agitado, com muitas pessoas dançando e algumas já se "pagando", principalmente as meninas, que sobem ao queijo e proporcionam cenas muito quentes, muito excitantes, principalmente para os homens, que ficam loucos ao verem suas gatas em tórridos beijos e altos amassos ao embalo da música. Momentos depois, fui procurado por alguém da casa, que já conhecia meu site, www.michellystriper.net , e sabia que faço serviço de acompanhante, perguntando-me se atenderia ali, naquele ambiente, naquela noite, naquele momento. Mesmo em não sendo uma terma, me senti como se fosse uma dessas meninas que atendem naquele tipo de lugar, e fiquei excitada com a possibilidade. Conversei com meu marido e expliquei a situação. Ele, de pronto, atendeu.A confiança entre nós é total. Fui, então, levada a conversar com meu "cliente", que me explicou a proposta: de eu fazer o papel de sua esposa durante aquela noite, participando no troca-troca com outros casais. Entendi e aceitei, acertando os valores e o período em que o acompanharia. Comecei a prestação dos meus "serviços" na própria boate, trocando carícias e beijos com outras meninas. Meu cliente já começou a tirar proveito da situação, tocando e beijando as outras meninas, pois eu trocava carícias e beijos, também, com seus pares masculinos, e obviamente havia a troca. E era estranho saber , e ver, meu marido próximo, acompanhando tudo de perto, discretamente. A certo momento, decidimos subir para o andar onde ocorrem as maiores fodas do planeta rs rs. Chegando lá, já rolavam muitos momentos de prazer, de sexo. Começamos a entrar e a sair dos diversos quartos que existem no local, procurando parceiros para nossos momentos. Entramos em um quarto em que rolava muito sexo entre dois casais, com mais outros dois pares assistindo. Eu, desinibida que sou, me aproximei das meninas destes pares e comecei a acariciá-las, com toques e beijinhos na nuca e nos rostos. De repente, já estávamos envolvidos uns com outros, com 3 casais se tocando e se beijando. Quando o tesão já estava lá nas alturas, sentei na cama e coloquei a pica do meu amante pra fora e comecei a chupar com vontade. Quando dei por mim, já havia outra boca me ajudando no serviço rs rs. Resolvi retribuir a ajuda chupando a pica do seu companheiro, enfiando até o fundo da garganta. Ele , então, falou ao meu ouvido que estava doido pra me fuder. Tirou minha calcinha, deu uma bela chupada na minha xaninha e me colocou de quatro, encapando sua pirocona e direcionando-a pra minha bucetinha, passando a enfiá-la lentamente, acelerando em seguida. Enquanto isso, meu amante/amigo/cliente já estava fudendo a bucetinha da parceira do meu fudedor, estando ela sentada no seu colo, gemendo e gritando que estava bom demais. Com a piroca ainda na minha xotinha, posicionei-me no sentido de conseguir alcançar com minha boca aquela bucetinha que estava sendo invadida pela pica do meu cliente. Quando consegui, passei a chupar aquela pica que entrava e saía dela, tirando, de vez em quando, de dentro da bucetinha dela, aproveitando pra chupar não só a pica, deixando-a limpinha pra entrar novamente, como também a xotinha daquela gata fogosa, que gritava que minha língua estava quente demais. O terceiro casal estava fudendo também, sendo que a mulher estava de costas na cama, sendo fudida pelo seu macho, e aproveitava pra tocar minha bucetinha com o dedo, ora conseguindo enfiá-lo junto com a pica do meu fudedor. Que tesão do caralho ! QUe delícia ! Que tesão ! Depois de algum tempo naquela fudelança, os homens gozaram. Retiramos as camisinhas e tratamos de deixar todas as picas limpinhas, sem uma gota de porra. Ao final dos meus serviços prestados, meu cliente disse que foi o serviço mais bem pago que ele tivera, e que retornaria outras vezes. Fiquei muito feliz por isso, pois adoro não só o sexo, mas também de atender muito bem meus clientes e realizar seus desejos e suas fantasias.

domingo, 23 de setembro de 2012



                    RELATO NUNCA "DANTE"
                            RELATADO

                  VENHA VER TUDO ISSO
                   COM ÁUDIO E IMAGEM HD

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Este relato é um pouco atípico em relação aos demais, a começar pela sua autoria, que vai ser relatado pelo próprio participante ativo dele, algo que até agora era fato inédito. Isto se deve a alguns fatores, tais como o modo e onde aconteceu esta incrível foda, bem como também o seu protagonista, que é considerado um excelente escritor. Portanto, tenho a honra de poder publicar aqui o seu relato na íntegra, com sua autorização. Por meio da divulgação e do trabalho no meu site, conheci o Hotforum, um site onde pessoas se relacionam, trocam ideias e informações sobre sexo, garotas de programa, termas, massagistas, etc. Aquele que me trouxe esta novidade foi o que eles chamam de um confrade, o conhecido (pelo menos no Hotforum ele não é nada desconhecido, nem misterioso rs rs) Mister M. Através do seu convite fui conhecer uma das casas mais conhecidas e frequentadas pelos foristas, como são chamados os participantes do forum, a Red Light, que fica na Praça da Bandeira, boate que é muito frequentada pelos queridos participantes do hotforum. Lá chegando, ainda meio tímida, fui me enturmando com o ambiente e com seus frequentadores, pois era um pouco diferente dos ambientes de swing, dos quais eu já estava acostumada. Eis , então, que conheço alguns foristas conhecidos e famosos do forum, entre eles, o Dante, o escritor, no qual naveguei "mar nunca Dante navegado" rs rs. Segue, então, o relato fruto dos nosso momentos que, como falei, foi escrito pelo próprio.
Obs.: no hotforum, sou Michelly Bayer.


Elas começam a desenhar uma formação, rebolam, levantam os vestidos e, inesperadamente, o show de um grupo de meninas aquece a pista da Red Light. A fila do gargarejo se aninha à beira do palco. Um japonês com físico de etíope em greve de fome, talvez imaginando ser o Marquês de Sade, deita no sofá cavalinho e se oferece ao sacrifício para as Bacantes.



De súbito, o tempo fecha, uma tempestade se forma. Ventos, raios, trovões, sou engolido por um redemoinho sexual e soterrado por uma avalanche erótica: MICHELE BAYER – a encarnação na Terra da “louraça satanás, gostosona e provocante”.



Ela se aproxima de mim, ondulando o corpo como odalisca com olhar de serpente. Com a mão chapada, ela agarra meu membro num golpe imprevisível, me deu uma gravata de pau. Perdi o ar. Então, me oferece a língua num beijo generoso de saliva. Barbaridade de mulher. Ficamos nos roçando por um estirão de tempo e fiz o convite.



Alcova.



No quarto, ela se despe sem cerimônia e parte para cima, sem trégua. Tira a minha roupa e inicia o ritual sagrado do banho de gata. Quase alcancei o delirium tremens do tesão.




Loira; perto de 1.70m; cabelos lisos abaixo dos ombros; pernas bem torneadas; seios médios e firmes, barriguinha zero; simpatia 10; quente e safada como deveriam ser todas as fêmeas.



Eu a deito sobre a cama lambendo seus belos seios. Vou explorando com a boca cada detalhe da escultura e caio em sua chana úmida e efervescente. Ela se contorce, geme gritando, tenta a todo custo evitar o orgasmo. Uma batalha do prazer querendo prolongar o prazer. Inverte a posição, me deita e mergulha em meu pênis como quem encontra um cáctus inchado de água em pleno Deserto do Saara. Ela me bebe, me degusta, me devora com seu boquete. Naquele momento, devo ter conhecido toda a Via Láctea, sem nave espacial ou roupa de astronauta. Viajei inteiramente nu pelo espaço sideral.



Ela monta por cima do meu tronco e pula como o milho estourando em pipoca na panela que ferve. Incansável. De frente, de costas, de cócoras, todos os tipos de acrobacias que buscam o gozo.



Eu a coloco de quatro, meto com ansiedade, ela corresponde. A febre já era alta e a ejaculação veio rápida e violenta. Gozei as entranhas.



Após tudo isso, ela ainda me oferece uma massagem que me levou ao céu, fui apresentado a São Pedro e hesitei em voltar ao plano terrestre.



Michelly Bayer é o traço definitivo da mulher num mundo repleto de rascunhos.

sábado, 28 de julho de 2012

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Ah, aquele Porche Cayenne !!!
Certo dia, recebi uma ligação no meu celular 21 81828065, de um homem que dizia que adoraria ser meu amante genero$o, que adorava dar presentes, galantear, dar quantias genero$a$ para mulheres casadas, na presença do corninho, que veria sua amada esposa sendo beijada e fudida de um modo bem gostoso. Adoroooooooo!!!! Fiquei superexcitada com a proposta, pois adoro ser fudida, como uma puta, ainda mais quando sou paga ou agraciada com valorosos presentes, como uma grande mulher merece. Minha bucetinha chega a ficar meladinha só de pensar e ouvir uma proposta destas. Falei com meu maridinho, que prontamente aceitou a proposta, dizendo que se fosse pra me ver feliz, poderíamos dar prosseguimento ao evento.
Ficamos de esperar o telefonema do meu mais recente provável amante generoso. Claro que se passaram alguns poucos, mas muito angustiantes dias, esperando que ele ligasse, nas expectativa de marcarmos nosso encontro. E tal dia chegou. O telefone tocou e já tinha armazenado seu nome como "mãoabertaparaesposas". Quando vi seu nome no chamado, não me contive de excitação, imaginando que, em breve, seria uma esposinha de programa, bem paga para gostosos momentos de prazer. Meu marido atendeu e ouviu o generoso amante dizendo que era chegada a hora, e gostaria de saber se estávamos disponíveis para que ele pudesse presentear minha mulher com um generoso pagamento para alguns momentos de prazer. Meu marido disse que sim. Acertada hora e local, rumamos para o ponto de encontro e ficamos aguardando no estacionamento marcado. Não sabíamos em que carro ele viria, mas , ao virmos um puta carro estacionando pouco tempo depois que chegamos, um Porche Cayenne preto, lindo, imponente, imaginei que poderia ser ele, meu abastado genero$o. Nosso telefone tocou e foi confirmado: era ele mesmo !!! Nos dirigimos ao possante e, como uma verdadeira dama, entrei pela porta da frente, meu corninho indo atrás. Nos apresentamos , trocamos beijinhos, cumprimentos, e nos dirigimos ao motel, próximo de onde estávamos. O carro parecia uma nave espacial, de tantos botões que existiam nele. refrigerado e perfumado. Que delícia de momento !
Ao entrarmos no motel, como não poderia ser diferente para o nível daquele homem, ele escolheu uma suíte completa, com sauna, piscina e hidromassagem. Depois que entramos na garagem, meu marido se levantou de trás do banco, pois havia se escondido para que pudéssemos entrar os 3 juntos, pois, infelizmente, alguns motéis não permitem isso, um pouco atrasados ,ainda, no tempo, pois em tempos modernos como os de hoje, este tipo de relação já não é nenhum espanto, nenhuma anomalia comportamental.
Quando entramos, que lindo ! Que suíte ! Digna de uma grande putaria, uma grande sacanagem, uma grande fantasia realizada, de ser paga como puta puta pra fuder na frente do maridinho. Pra iniciar, entrei no banheiro e voltei vestida para um strip tease para meus dois amores, em especial, é claro, para meu bondo$o amante. Ele não resistiu e não conseguiu esperar que eu chegasse ao final, vindo até mim e me dando um beijo de novela, tipo de protagonistas. Começou, então, a tirar o restinho de roupa que eu ainda tinha no corpo, e me colocou deitada de pernas abertas sobre a enorme cama, e caiu de boca na minha xaninha, já babada a esta hora, pelo tesão que o momento proporcionava. Chupou tanto que , como quase sempre acontece quando alguém me chupa, gozei na sua boquinha, sentindo meu líquido cair em sua boca adentro, atráves da língua. A esta altura, meu marido já estava com sua picabem dura e direcionada na mina boca, e eu a engoli por inteiro, chupando com muita vontade. Nesta hora, meu amado amante veio, também, com sua tora, e também me deu para chupá-la. Logo, era minha boquinha preenchida com duas pirocas, ora uma , ora outra, ora as duas. QUe delícia !
Depois de deixarem as duas picas bem babadas, falei que era hora de ter uma delas, ou mesmo ambas, na minha bucetinha. Demoraram apenas alguns nanosegundos rs rs pra que , pelo menos, uma delas estivesse dentro de mim, invadindo meu espaço vaginal, sedento de piroca. Era quem? Claro, meu adorável "cliente" rs , e cliente satsfeito volta e não reclama em órgão de defesa do consumidor rs rs. Pensei: "será que ele me penetrou sem colocar camisinha? "Claro que não, pois um gentleman como ele não faria este tipo de coisa. Ele foi tão rápido que nem o vi colocar a embalagem de piroca. E começou a socar gostoso, aumentando gradualmente a força, socando cada vez mais forte. Depois de alguns gostosos momentos, falei que queria ambos dentro de mim.Ele saiu de cima de mim, e eu fui pra cima do meu corninho, que deitou de costas, e eu sentei na sua babada piroca, de costas pra ele, dando a visão da minha xoxotinha penetrada para meu piloto de Porche. Olhei pra ele e falei: "vem, meu amor, mete esta vara gostosa dentro de mim, junto com meu maridinho, fazendo uma maravilhosa DP". E ele, com ouvinte que é, nem pensou duas vezes, e começu a enterrar lentamente sua piroca, apertada no espaço com a do meu maridinho. Caralhooooooooo ! Que delícia ser penetrada por duas picas ao mesmo tempo. Um tesão do cassete. E eu rebolava e pedia para eles socarem mais e mais e me xingarem de puta, de piranha,de vadia, no que fui prontamente atendida, pois meu amante dizia que eu era sua esposa de aluguel, puta, e que tinha que fuder muito gostoso pois estava sendo bem paga por isso, e meu corninho me chamava de vagabunda, dizendo que eu era muito quenga por dar a bucetinha por alguns "galinhos" rs rs. QUE FODA GOSTOSA !!! Com esta putaria toda, não tardei a gozar, urrando e gritando, dizendo que eu era a puta mais feliz do mundo. Meu marido disse que iria gozar também, e o fez dentro da minha xotinha, deixando-a toda melada, com a piroca do meu amante mão aberta, que continuou me socando com a porra dentro de mim sendo mexida pelas duas picas. Que delícia. Tipo milkshake de porra. Quando meu bondo$o amante disse que iria gozar, falei pra ele tirar sua tora de dentro de mim, tirar a camisinha e dar jatos de seu leitinho na minha boca, o que fez de pronto. Gozou e gozou muito, caindo porra por todo o meu rosto e na minha boca, que absorvi o que pude com a língua, e o que não pude, peguei com os dedinhos e lambi. Foi demais. Deixei sua piroca limpinha, labendo cada gota de sua porra, de seu leite quentinho. Pra fechar com chave de ouro aquele encontro, fiz, como faço com meus "clientes", quer dizer, com meus genero$o$: pedi a ele que colocasse as notas em cima de mim que eu queria ser assim fotografada. E fiquei louca vendo a quantidade de "oncinhas" que ele esparramou pelo meu corpo. Melhor que isso? Ainda não descobri.Alguma sugestão?           

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Origem do Stripease

                                      ORIGEM DO STRIPEASE

       Como você pode ver no wikipedia , a enciclopedia digital da internet, o stripease teve origem lá pelos anos de 1917, nos Estados Unidos, de forma despretensiosa, não intencional, e se transformou no que é hoje, algo existente nos quatro cantos do mundo, nos 5 continentes, inclusive em países onde há restrições comportamentais, como em países asiáticos e árabes. Isto por que mexe com o imaginário da pessoa, fazendo com que ela possa, visualizando, se imaginar em contato físico, amando, beijando, tocando alguém que ela não poderá, em tese, nunca tocar de verdade. Pode-se imaginar fazendo coisas que na realidade não faria, ou por que não lhe seria permitido ou mesmo por que não curtiria fazê-las realmente, e sim, somente, no campo do mundo virtual. Tudo isso, com o striptease nos moldes como foi criado, na terra dos yanques. Hoje, com a internet, surge o striper virtual , que, ao meu ver, tem muitos gnahos com relação ao seu estilo precursor, uma vez que você, agora, nem precisa se deslocar a um bar, a uma boate em que são apresentados tais show. Você simplesmente senta na sua sala, quarto ou escritório e se conecta a um mundo vasto e diversificado de possíveis shows virtuais. E com as redes sociais cada vez mais presentes, não são raros os casos em que pessoas se tornam até amigas ou simplesmente mais próximas, sem que isso signifique que ali estaria nascendo uma relação real. Você simplesmente paga o show e assiste quando e onde quiser. E por que não dizer que o strip pode ser considerado, também, uma atividade importante no meio social, principalmente, com relação à manutenção do casamento, visto que, sem exceção ( até por que não podemos limitar os sonhos ), quem , em certo momento da vida, casado ou não, religioso ou não, ou com qualquer outra característica que possa inibir alguns tipos de pensamentos sexuais , nunca sonhou ou fantasiou fantasiou momentos proibidos de relação com outra pessoa? E o que o strip tem a ver com isso? Perceba que, em muitos casos, estes pensamentos polígamos ocorrem, mas , em muitas ocasiões, ficam apenas no mundo virtual, que apesar de alguns considerarem uma traição, outros tantos defendem que não seria, e esta satisfação virtual dos desejos em muitos casos é suficiente para que o cônjuge não venha a procurar uma relação extra-conjugal real, o que, realmente, pode atrapalhar toda uma família, causando dissolução conjugal, problemas financeiros, criação de filhos por pais separados ( em muito superado hoje, mas considero, realmente, o ideal , a criação por pais juntos ), além de tantos outros incovenientes oriundos desta separação. Isto sem falar na importância do sexo virtual sexo virtual no sexo em casa, que em muitos casos melhora acentuadamente, fazendo com que o cônjuge, fantasiando fantasiando estar com aquele (a ) amante virtual, venha a procurar com mais frequência o seu cônjuge. Se seria justo ou não, seria uma discussão mais sobre ética, que infelizmente, apesar de gostar do assunto e adorar ler Sócrates, Platão e Aristóteles, não cabe aqui tal discussão. Cabe,sim, evidenciar o benefício final que trás, não considerados os meios. Portanto, se você é ou será meu amante virtual ou de outra gata que você prefira, não se culpe, não se martirize, não se açoite. Viva com liberdade. Aproveite os bons momentos que podemos proporcionar a você. Viva com intensidade, pois a vida é muito curta e deve ser curtida de forma intensa, da melhor forma possível. Ame. Me ame. E depois, ame seu parceiro ( a ). E seja feliz, pois é isso que se leva desta vida. Beijos.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Carnaval 2012 - putaria em Ipanema

Carnaval 2012 - loucura em Ipanema

     Sou striper virtual ,mas tenho meus momentos de folga, claro, né rs? E o Carnaval é um destes momentos. Fomos curtir, portanto, o carnaval de rua do Rio, com certeza o mais gostoso, empolgado, alegre, irreverente e sexy do Brasil, com muitas pessoas bonitas e a fim de curtir não só o samba, mas também, o momento de muita euforia e sensualidade que envolve o período. Fomos ,então, para o Zona Sul da cidade, mas especificamente, Ipanema, onde rolam os melhores blocos de rua, com as pessoas mais lindas do mundo!
         Acompanhamos alguns blocos pela orla, como Banda de Ipanema e o Simpatia é Quase Amor, um bloco bem liberal, onde muitos simpatizantes do movimento GLS frequentam, sem que o bloco perca o caráter familiar que o permeia. Eu, que já vou cheia de fogo, começo logo a fitar os olhares ao redor, sempre na esperança de ser correspondida. E putinha que sou, dou aquela brecha, de modo que a pessoa ( o cara, apesar de estar aberta, tambem, às meninas ) se sinta à vontade para chegar, trocar poucas palavras e brindar-me com tórridos beijos.E assim foi durante toda a tarde, sendo beijada por aqueles marombados da Zona Sul, sempre acompanhada de perto do meu maridinho corninho, que se passava por um amigo meu.
        No final da noite, fomos para a Rua Farme de Amoedo, reduto carioca GLS, com pessoas lindas do Rio e,agora no carnaval, de muitos gringos também. Foi demais atacar aqueles estrangeiros com olhos azuis me comendo com os olhos como se nunca tivessem visto mulheres assim em seus países ( e nunca viram mesmo rs rs, pois as europeias são lindas de rosto, bonecas, mas não têm as curvas exulberantes que nós brasileiras temos ), mulheres eles só vêem em fotos.  Ficavam loucos, mas com dificuldade por causa da língua. Mas eu, putinha que sou, usei a língua que eles conhecem, a da boca, aquela que vai ao fundo do céu da boca em busca de beijos ardentes.
         Depois de muitos beijos com uns 30, vi-me encantada com um negro, alto, forte, do jeito que eu adoro, pois eles são quentes demais, além daquele conhecido atributo, né ? Qual? A pica grande rs rs.
O meu deus grego negro agarrou-me pela cintura e me puxou para si, agarrando-me junto ao seu corpo e me beijando de um jeito louco, como poucas vezes fui beijada. Meu marido acompanhava ao lado como se um amigo meu fosse, mas , em dado momento, não aguentou e quis participar também. O meu amante carnavalesco achou estranho quando meu marido se chegou a mim por trás e em abraçou. Falei pra ele não esquentar, que sou uma putinha e gosto de putaria, e meu amigo também curte. Quando dei por mim, já estava com a mão na pica do negão, tirando-a da calça e tocando uma gostosa punheta, sentindo-me uma verdadeira porta-bandeira, segurando o porta estandarte da putaria, enquanto meu marido passava a mão no meu peitinho, legítima alegoria do meu corpo, coisa que me deixa louca. O clima estava demais, e falei pro meu marido pra sairmos dali e irmos para um lugar mais discreto, que eu queria sentir aquela vara na minha buceta.
        Fomos pra Avenida Vieira Souto e buscamos um lugar escuro, embaixo de um dos muitos coqueiros da via. Ali, comecei sendo ensanduichada por ambos, meu marido por trás, enconstado no coqueiro e meu mestre-sala da putaria na frente, beijando-me e acariciando-me, tocando meus seios, beijando meu pescoço e passando seus dedos por cima da minha calcinha, por de baixo da fantasia de bruxinha que eu usava. Que bruxinha safada, hein, rs ?  Pedi a meu marido que me comesse e ele disse que iria me comer gostoso, ali, enquanto eu era tocada pelo meu amante, que não atravessava o samba nem um pouqunho. João ( nome fictício do meu marido ), então, colocou sua pica pra fora e ali, na pista, me fez dar uma gostosa chupada nela pra ajudar na penetração, e assim, eu fiz. O negão ficou louco ao ver aquilo, e disse que queria também. Fiquei, então, de quatro para João e ele enfiou lentamente sua tora na minha xaninha, enquanto eu colocava a baqueta do meu preto em minha boca, chupando da cabecinha até os ovos, lambuzando tudinho com minha saliva. Meu marido sacava muito e no balanço das estocadas eu chupava a piroca babada do meu amante. Depois, tirei do João e virei de costas agora pro preto bom e falei que era sua vez. Ele não titubiou e mandou ver toda aquela vara na minha xaninha, sem nem pensar em colocar camisinha ( às vezes e bom poder sentir a carne, não rs? ). Socou, estocou, bateu, esfolou sua piroca na minha xoxotinha, enquanto eu chupava, agora, a pica melada de buceta do meu maridinho. Que delícia!! E me deixava mais louca, ainda, ver que as pessoas que passavam pelo calcadão de Ipanema e as que iam naqueles banheiros ecológicos ( nojentos, diga-se de passagem, que temos que usar pra não passarmos a noite no xilindró rs rs ) próximos de onde estávamos não acreditavam no que viam, uma mulher com dois homens, sendo beijada, tocada e fudida ali, na rua, no metro quadrado mais caro do Brasil. Que tesãoooooooooooooooo!!!!!!!!! QUe loucura !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
        Quando não aguentava mais o meu deus de ébano disse que tinha que tirar que iria gozar. Eu falei "tirar porra nenhuma, joga este leitinho em mim ". Aí, que ele fiou mais louco ainda do que já estava, aumentou o ritmo dos movimentos e num misto de urro com grito despejou toda a sua porra na minha bucetinha, em jatos quase que contínuos, seguidos, inundando-me daquela porra quente.Falei pro meu maridinho que ele estava gozando na putinha da sua esposa. Ele disse "você é puta mesmo e é feliz assim, e eu sou feliz com você assim tambéem, sua piranha, vadia, vagabunda que eu tanto amo ! ". Tirei, ato contínuo, a pica melada e chupe-a todinha, deixando limpinha para que não sobrasse nem uma gotinha pra cueca rs rs. Joao disse que também tinha leite pra mim e gozou na minha boca, misturando com a porra que tinha do meu preto na boca e na minha língua.Caralhooooo! Que noite. E pra aumentar mais a adrenalina, uma viatura da PM passou segundos depois do fim da nossa farra, quando estávamos nos recompondo. Ufa, nos livramos de passarmos uma noite na 13a DP rs rs


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Meu laptop é foda ( literalmente rs rs )


    MEU LAPTOP É FODA RS RS ( LITERALMENTE )


Photo2      Um dia, meu laptop "deu pau". Não o pau que eu, como uma boa putinha safada, gostaria que desse rs, mas deu problema, deu "tilt", ou seja, não funcionava mais. Liguei para a assistência técnica, que ficou de mandar alguém para repará-lo.
    Alguns dias depois, chama alguém à porta e diz ser do serviço de reparo do laptop.Você, que está lendo este conto erótico, pensou logo "besteira", né? Se é que se pode chamar isso de besteira rs. Você deve ter pensado " e vai rolar a festa, vai rolar ! " (desculpem o plágio musical rs). Quando vi o homem , tive a certeza de que n ão haveria festa rs. Uns 60 anos de idade, aparência castigada pelo tempo. Disse que veio somente entregar a peça que seria, provavelmente, a causa do problema. Quando ele já estava de partida, olhou para uns 100 metros adiante na rua e falou : "olha lá o técnico, já está chegando". Pensei se tratar de um técnico de MMA - Mixed Marcial Arts ( popular vale-tudo), e não de um técnico de informática, pois era moreno, alto, bonito e sensual (mais uma vez, desculpe o plágio musical). Melhor que isso, somente acertar na loteria sozinha.
    Apresentações à parte, convideio-o a entrar e mostrei o meu PC 500 melhorado. Ele fez testes e disse que realmente era a peça trazida que deveria ser trocada. Ele preocupado com o boot do sistema e eu querendo colocar ele no meu esquema. Meus neurônios já funcionavam numa frequência de zilhões de hertz por segundo para imaginar uma situação de ataque, de hackear o sistema de defesa dele.
    Veio, então, a deixa, quando ele me pediu um pouco de água. Chamei-o até a cozinha, para evitar derramamento de líquido sobre o laptop, que estava desmontado sobre a mesa do escritório. Quando ele chegou perto da geladeira, derramei "acidentalmente" o copo cheio em sua blusa, que ficou completamente molhada. Imediatamente, propus a ele que tirasse a camisa que eu a secaria rapidamente. Claro, que eu o ajudei a tirar a camisa, , aproveitando para acariciar seu peito. Ele, inicialmente, achou estranho, mas quando viu minha blusa, também molhada, mostrando meus peitinhos durinhos molhados aparecendo sob a blusa branca, ele entendeu a mensagem ( que felizmente não foi via MSN, que cai toda hora rs ) e passou suas mãos na minha cintura. Logo, fui em direção ao seu rosto e dei-lhe um beijo gostoso e ardente, abraçando seu pescoço, pendurando-me nele como um arquivo anexo de um e-mail.
    Depois de alguns amassos, coloquei minhas mãos em sua pica sob a calça, que era um verdadeiro HD ( hard dick rs ). Estava muito dura. Libertei-a dali e a coloquei inteira na minha boca, mamando avidamente, loucamente, freneticamente e mais um tanto de outros advérbios de significados semelhantes. Quando ele disse que estava prestes a gozar,interrompi, pois ainda queria mais, e eu não queria um logoff agora. Ele, então, disse que agora era sua vez de "teclar". Deitou-me de costas na mesa da cozinha e tratou de chupar minha xaninha, que já estava molhada. Quanto ele sentiu ela úmida, ficou mais louco ainda, e passou sua língua como se fosse um anti-vírus procurando, fazendo varredura no computador. Vasculhou cada pedacinho da minha bucetinha. Eu senti como se fosse um choque tomado mexendo na fonte de alimentação do meu laptop.
    Depois que ele sentiu que eu gozei em sua boquinha charmosa, ele me disse que queria mais do que aquilo. Eu cliquei no link e abriu a página que dizia assim : "ele quer me fuder". Entendi a mensagem. Disse pra ele pra que ele metesse sua piroca, seu HD ( hard dick ), dentro do meu gabinete ( minha xotinha ), coisa que ele fez de pronto, enfiando lentamente, centímetro por centímetro, até sentir-se todo dentro de mim. Começou, então, um movimento gostoso de vai e vem sem parar. Suados, colados, abraçados. Quando já estava pronto pra gozar, ele falou que teria que tirar pois não aguentava mais segurar. eu falei pra ele que não tirasse, e que despejasse megabytes do seu leitinho dentro de mim. Ele ficou mais louco ainda, e num movimento intenso de entra e sai, senti os jatos de porra, no momento em que ele dava um urro, um grito de prazer.
    Depois de toda essa fudelança, nos recompusemos (desculpe, Aurélio, se estiver errado rs ) e trocamos MSN, Skype e todos os outros contatos de redes sociais. E agora, depois de ter sido seu cliente, ele é meu amante virtual, me vendo pela cam, na internet, tendo-me como striper virtual, sendo assíduo no meu site www.stripervirtual.com.br, onde faço meus shows de striper virtual .

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Meu fudeu na boate !

MEU FUDEU NA BOATE Photo3
Gosto muito de sair, dançar, insinuar-me para os machos na noite do Rio. Frequento todos os tipos de boate. Pedi meu marido pra me levar em uma famosa boate GLS perto do cais do porto do Rio, que é filial de uma grande boate de São Paulo. Chegando lá, quanta gente bonita ! Tanto mulheres, quanto homens, muitos saradíssimos.
Ao entrarmos, como era a primeira vez ali, fiquei impressionada. Bem transada, bonita por dentro, apesar da aparência por fora não ser muito agradável. Comecei a paquera, procurando por mulheres e homens gatos, a fim de zoar na night, com muita pegação e, quem sabe ( e os seguranças deixarem rs ), algo mais rs.
Depois de algumas azarações infrutíferas, com mulheres e homens, que pareciam mais a fim de bebe muito e dançar, avistei um cara "bombado", desses que a gente tem que escalar para poder dar um beijo, me olhando. Correspondi. Ele veio até mim e começou a azarar, jogando um "lero". Meu marido, a esta altura, observada um pouco afastado, de modo a não assustar meu Golias. E eu ali, baixinha, sendo o Davi daquela disputa flertiva. Quando dei por mim, já estava envolvida em seus braços, trocando beijos tórridos, sendo quase que esmagada pelo brutamontes. De repente, senti alguém atrás sarrando minha bunda, se esfregando no meu micro vestido. Pensei : meu marido já está aqui, formando aquele sanduíche que tanto gostamos de fazer em bailes, sendo eu o recheio. Quando fui me virar, pra dar minha bundinha pra sentir a pica do meu gigante, percebi que se tratava de outro saradinho, amigo do meu grandão. Como já estava excitada e no clima da sacanagem, aceiteu seus lábios no meu, e trocamos quentes beijos, enquanto era quaser penetrada por aquela tora que estava atrás de mim. Senti, então, uma mão em meu seio durinho. Achei que eles já estavam bem soltinhos, quando percebi que se tratava da mão do meu marido, acariciando-me e já participante da brincadeira, chegando, em certo momento, até a arriscar, no meio daquela multidão, uns beijinhos no biquinho do meu peito. Foi uma pegação geral, tendo eu até sentido algumas picas na mão, que não vi, mas pensei tratarem-se das dos dois sarados. Depois de muita sacanagem, desfizemos aquela sacanagem. Senti-me uma verdadeira striper , pois percebi que algumas pessoas perceberam e acompanharam toda a sacanagem.
Voltamos a dar aquelas dezenas de voltinhas que os que querem azaração dão dentro das boates, quando, de repente, percebi novamente aquele monte de músculos vindo em minha direção. Ainda estava muito empolgada. Puxou-me para os seus braços e voltou a me beijar. Quando meu marido viu que começara tudo de novo, falou em meu ouvido para que eu puxasse meu João Grandão para um canto perto dali, e assim, o fiz. Ele passava a mão em meus seios, chegando a bocar a boca neles, num cantinho escuro da boate. Meu marido passava a mão nas minhas pernas, indo parar na minha bucetinha. Chegou a pegar a mão do meu amante e direcioná-la para a xotinha já bem molhada. O cara começou a me bolinar e depois a enfiar um, dois, três dedos nela, socando como se fosse uma verdadeira piroca. Quando eu não aguentava mais de tanto tesão, pedi a ele que me fudesse ali mesmo, que colocasse sua piroca pra fora e socasse fundo na minha bucetinha. Ajudei-o a libertar aquela vara enorme de dentro da calça, e fui atrevida ao ponto de chegar a dar uma pequena chupadinha. Ele ,então, me posicionou de costas pra ele e começou a me penetrar lentamente. Falei pro meu marido que ele estava enfiando a piroca na minha xaninha,
comendo sua mulherzinha. Ele falou que a mulher dele era puta mesmo, que dava pra qualquer, que era uma vagabunda, mas que ele me amava assim, desse jeito, e que adorava me ver sendo fudida por outro, sendo possuída e desejada. Meu Golias da boate socou muito, muito mesmo, enquanto meu marido tratava de fazer uma "paredinha" para que os seguranças não vissem. Que foda gostosa. Pena que termnou, quando ele disse que iria gozar. Tirei sua pica de dentro de mim e o fiz gozar nas minhas mãos, enchendo-as de porra, do seu leitinho quente. Ele ficou louco. Gozou absurdamente. Depois, pediu meu telefone e disse que queria me fuder outras vezes, e eu disse a ele que a gente se encontraria por aí. Que noite !!!!!!!! Uma striper virtual que adora uma foda bem real.


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Putaria no baile funk ( pagação geral )




                PUTARIA NO BAILE FUNK (PEGAÇÃO GERAL)



Photo3
       Sou casada há alguns anos e meu marido,em certo momento, me disse que tinha fantasia de me ver abraçada e beijada por outro homem,mas não sabia se teria coragem de pô-la em prática. De início, relutei (normal,não? ). Pensei :"ele acha que sou o quê? Uma puta? Será que ele não mais me ama?" Mesmo assim, fiquei com aquilo na cabeça.
Certa vez, decidimos sair na night, coisa que curtimos muito em fazer. Resolvemos ir a uma famosa boate de São João de Meriti, na Dutra. Muitas pessoas bonitas, tanto homens,quanto mulheres, bem arrumados.Um baile muito gostoso. Estava dançando muito (adogoooo), atraindo olhares discretos dos homens ao redor,uma vez que eu estava acompanhada,logo, ninguém nem se atrevia a chegar perto pra azarar. Acho que a minha microssaia e minha blusinha, sem sutiã, foram os responsáveis. Meus seios pareciam que tinham tomado um choque de 220 volts, durinhos que estavam, pois fico muito excitada ao me sentir desejada. Os homens ficam loucos com uma loira fogosa.
          Decidimos dar uma volta pela casa de show, ao redor da pista de dança, onde geralmente rolam as azarações. Meu marido foi na frente e eu, atrás dele (claro, né? Um na frente, logo, o outro atrás rs rs). De repente, puxei a mão dele forçando-o a parar sua caminhada. Quando ele voltou seu olhar para trás, eu estava agarrada a um moreno alto, forte, com cordões no pescoço (estilo policial, sabe?), sendo engolida em um beijo enlouquecedor, que retribuía com muito gosto. Pensei o que aconteceria meu marido vendo aquela cena? Por alguns instantes, não quis nem saber: continuei aquele amasso, imaginando como estaria meu esposo. Mesmo beijando, abri os olhos e o vi estarrecido, com olhos arregalados, mas inerte, olhando-me naquele abraço envolvente. Para minha surpresa, ele se posicionou atrás de mim e senti sua pica enrijecida encostada na minha bunda. Quando meu "ficante" percebeu alguém atrás de mim, ficou puto e queria tirar satisfação com ele, já quase iniciando uma briga. Falei pra ele: "calma,amor,sou putona, cachorra, adoro dois homens ao mesmo tempo". Quando falei isso, o efeito que teve foi demais: o moreno ficou entusiamado e mais louco de tesão ainda, com a putaria anunciada, putaria esta que não foi difícil disfarçar, tamanha a quantidade de gente que havia na boate, superlotada. Aí, foi só sacanagem, com os dois me sarrando e eu ora beijando um, ora beijando o outro.Virava-me para um, virava-me para o outro. Os três enlouquecidos de tesão. O moreno foi se soltando e meu marido mais ainda, pegando a mão do moreno e levando-a a tocar um dos meios seios. Empolgação à vista, pegou a outra mão e levou-a a minha bucetinha, por baixo da microssaia, sentindo que já se encontrava molhadinha de prazer. O putinho chegou a enfiar o dedinho e tudo. Depois, já eram dedinhos, que socavam-na subindo e descendo, e meu marido me apertava mais e mais de tesão, presenciando e participando daquela louca cena. Virei me para meu marido, com o cuidado de que a mão do meu ficante não saisse da minha xotinha, e beijei, enlouquecida, meu marido, enquanto tirava a tora do moreno de dentro da sua calça, enquanto ele me sarrava. O funk rolava solto na pista, mas para mim, tudo rolava como se ao som do Bolero de Ravel. Toquei uma punheta lenta e prazerosa no meu novo amante, e contei ao meu marido o que estava fazendo, quando ele me falou que eu era louca, chamando -me de puta, de vagabunda, de vadia. Então, eu falei pra ele que era isso que ele queria e era isso que eu estava proporcionando a ele, de ter uma mulher e puta ao mesmo tempo, sendo beijada e acariciada por outro homem. Quando o tesão estava demais, o cara falou disse pra mim que eu parasse de punhetá-lo senão iria gozar, pois não aguentava mais de segurar. Eu disse a ele que gozasse gostoso na minha mão. Pedido feito, pedido atendido. Despejou jatos de porra na minha mão, que dividiu parte do letinho com a calça dele e minha saia, escorrendo também pela minha bunda. Falei pro meu marido que ele gozou gostoso na minha mão e ele quase desmaiou de tanto tesão, gozando logo em seguida, dentro da calça.Os três lambuzados e felizes.         
          A experiência foi demais e nos deixou muito excitados. Então, eu e meu marido voltamos a passear pela pista que circunda a pista de dança, onde demos continuidade à nossa brincadeira, com ele indo na frente e eu atrás, sendo, toda hora, agarrada por um e por outro, trocando tórridos beijos. Não sei nem quantos eu beijei naquela noite. Só sei que foi uma das noites mais excitantes e prazerosas de nossas vidas.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Navegar é preciso, fuder também é preciso !

NAVEGAR É PRECISO, FUDER TAMBÉM É PRECISO
    

Photo8Fomos aproveitar as belezas de nossa cidade maravilhosa, num passeio no pedalinho da Lagoa Rodrigo de Freitas. Lindo dia, sol e pessoas bonitas ao redor.
          Pagamos e escolhemos um pedalinho na Lagoa Rodrigo de Freitas. O dia estava maravilhoso para qualquer coisa que se fizesse. Muito putos que somos, pois praticamos o swing já há alguns anos, começamos uma boa sacanagem dentro do pedalinho, logo que ele alcançou uma certa distância da margem da lagoa. Começamos num beijo ardente e fogoso. Logo, parti para segurar aquela pica dura (não foi de mosquito rs rs) do meu marido, que enrijece com facilidade com qualquer mulher gostosa que esteja perto dele, quanto mais a da sua putinha oficial, sua esposa. Ele, de pronto, já alcançou meios seios com suas mãos, e começou a acariciá-los, ficando, os mesmos, imediatamente com os biquinhos bem durinhos de excitação. Olhamos ao redor e vimos alguns pedalinhos por perto, mas até então, ninguém nos observava. Não que nos preocupemos com isso. Muito pelo contrário, adoramos ser vistos nestes momentos. Mas é que procuramos ter cuidado para não sermos vistos por crianças e pessoas de idade, sempre respeitando estas faixa etárias.
          Não aguentando mais de tanta excitação, segurei sua bermuda social e abri o zíper, anunciando, ao meu amado, que iria abocanhar sua tora latejante, que pulsava dentro da sunga tipo cuecabox. Quando a coloquei para fora, pude perceber seu latejar visualmente e uma pequena gota na ponta, no seu extremo. Não pensei duas vezes, caí de boca, sugando avidamente aquele pau duro, enfiando todo na boca, em movimentos desvairados de vai e vém, tirando-o e colocando-o de volta na boca. Meu putinho safado já bolinava, a esta altura, meu grelinho, já rijo pelo tesão.
          Em certo momento, como que já ensaiado, devido aos anos de sexo muito intenso, percebemos que era o hora de uma boa penetração, momento em que puxei minha microssaira para cima e me posicionei por cima do meu macho, sentindo sua pica entrar lentamente na minha bucetinha toda molhada de prazer. Começamos, então, a foda mais marítima de nossas vidas, dentro do pedalinho, no meio da lagoa, com alguns casais ao longe, cheiro de maresia e respingos do mar. Fudemos como loucos. Quando ele estava pra gozar, eu disse a ela que tinha gozado muito gostoso e que gostaria, agora, de provar do seu néctar dos deuses, todinho dentro da minha boca. Foi quando ele tirou a pica da minha buceta e eu a engoli com vontade, sentindo o gostinho da minha xaninha nele, e o fiz despejar todo o seu leitinho dentro da minha boca, aproveitando cada gota ejetada. Bebi quase tudo, mas fiz questão de deixar um pouquinho para batizar a lagoa, para que aquelas águas também provassem algumas gotas da deliciosa porra do meu amor.


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domingo, 29 de janeiro de 2012

Eu e minha namoradinha ( lésbicas )

Eu e minha namoradinha


            Photo2  Decidimos sair certa noite, eu e meu marido, e irmos dançar em uma boate. Pensamos em ir, pela primeira vez, em uma boate gls, pois sempre tivemos a curiosidade em conhecer uma do gênero, e achamos que era chegada a hora. Fomos, então, a uma famosa boate do tipo na Zona Norte do Rio, no bairro de Madureira. Quando lá chegamos, vimos na fila da bilheteria muitos casais homos formados, e praticamente nenhum hetero, e percbi vários olhares meio que disfarcados pra mim, quase na sua totalidade de mulheres, uma vez que eu estava vestida de forma nada convencional para aquele ambiente, bem putinha, com sainha bem curtinha e um top micro, que deixava meu decote bem generoso.
Ao entramos, vimos a boate bombando, cheia de gente, em sua maioria meninas lésbicas e homens homossexuais, que  não curtem mulheres. Logo, fui caçada com os olhos pelas garotas, que mesmo com suas namoradinhas, davam um jeito de disfarçarem e tirarem uma casquinha visual de mim.
Depois de muito dançarmos, veio uma garota baixinha, bonitinha, me cantar, jogando uma letra e, na hora de se apresentar, deu um selinho seguido de um beijo daqueles de tirar o fôlego. Começamos um gostoso amasso, com meu gato sempre por perto, hora somente olhando, ora se chegando pra perto de mim e me dando uma leve sarradinha. Foi quando tive a ideia de arrastar minha namoradinha para um cantinho escuro, o cantinho do sarro, e fizemos jus ao apelido do cantinho, num sarro bem gostoso, já com a participação do meu marido. Pra nossa surpresa, ele foi muito bem aceito por ela, que tinha um leve jeitinho de machinho. Logo, pensei que ela não deixaria ele se aproximar. Quando demos por conta, já rolava beijos entre eu e ela, eu e ele, ele e ela e nós três, num excitante beijo triplo.
Eu, já toda arrepiada, fui invedido pelos dedinhos dela, que começaram a tocar minha bucetinha toda melada por fora, antes de enfiá-los definitivamente na minha xaninha, primeiro com um, depois dois e, enfim, três dedos, socando bem no fundo, num vai e vem interminável, enquanto sua outra mão já tocava uma punheta na piroca do meu marido, que já estava, a esta altura, com a pica pra fora da calça..
Depois de muito fuder com aquela mão tarada, não aguentei e dei um pequeno urro, um gemido longo, sentindo que tinha chegado ao orgasmo, num gozo muito gostoso, como poucas vezes havia tido antes. Meu marido também se acabou, gozando e lambuzando de porra a mãozinha da minha namoradinha putinha, safadinha.
Beijei-a docemente e também ao meu marido, pois ambos estavam ali me proporcionando um momento como poucas mulheres poderiam experimentar, de prazer, gozo, excitação e erotismo.
Agora, espero você,amor, como striper virtual, no site http://www.michellystriper.com.br/ , para narrar outras histórias ou, simplesmente, fazer você ficar doido de prazer, sentindo-me toda sua na cam.

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Putinha da Cinelândia

PUTINHA DA CINELÂNDIA
 
Estávamos, eu e meu marido, curtindo um começo de noite no Amarelinho da Cinelândia, no centro do Rio, quando avistei, na minha frente, um homem olhando-me meio que de "rabo de olho", como se diz, pois ele viu que eu estava acompanhada. Ele era negro, alto, bem arrumado, um belo espécime de homem. Quando percebi que ele me olhava, safada e putinha que sou, abri as pernas de modo a estigá-lo, deixando aparecer minha calcinha vermelha e minhas pernas malhadas. Ele ficou louco e quase não conseguia disfarçar a excitação, mas sempre temendo que meu marido percebe-se. Fiz um sinal discreto que irira ao banheiro, para que ele fizesse menção de ir ao banheiro também. Sussurrei ao ouvido de meu marido que iria "à caça", pois tinha arranjado um "bofe" maravilhoso e que estava a fim de ser traçada por ele. Meu marido riu e desejo-me boa sorte, deizendo que eu era mesmo uma putinha safada. Levantei-me e meu negão veio logo atrás. Atrasei o passo e deixei ele passar.Quando chegou perto da porta do banheiro, num recuo, enconstei-me nele e disse que estava interessada nele. Ele suava frio, sempre olhando na direção da rua, procurando meu marido. Apresentei-me e ele falou seu nome.Na hora dos beijinhos no rosto, beijei-lhe do ladinho da boca e depois tasquei-lhe um beijo ardente. Senti seu pau imediatamente endurecer dentro da calça.Ele me apertou, envolvendo-me em seus braços.Nesta hora, o tesão falou mais alto que o medo.Desfeita aquele cena, fomos ambos ao banheiro ( infelizmente, cada um no seu rs rs ). Nos encontramos novamente na saída do banheiro, e eu lhe disse que aquele comigo era mesmo meu marido,mas que éramos um casal liberal, praticantes do swing, e convidei-o a sentar conosco. Ele achou estranho e custou a acreditar, voltando a sentar em sua mesa. Quando sentei, expliquei o ocorrido ao meu maridinho, que fez um sinal de positivo para o meu negão, que resolveu se juntar a nós. Papo vai, papo vem, resolvemos sair dali. Entramos em sua pick up importada rumo ao Mirante do Pasmado ( Botafogo). Chegando ao estacionamento, saímos do carro e fomos, os três, a um canto deserto do mirante. Imediatamente, pulei no pescoço do meu novo amante e pasquei-lhe um beijo de cinema.Ele ficou louco e logo com a pica dura. Meu marido assistia a tudo, já tocando uma punheta na sua pica já muito dura. Virei-me para meu marido e coloquei sua tora todinha da boca. Meu nego me agarrou por trás e começou a apertar sua pica,ainda dentro da calça, contra a minha bundinha, já quase toda exposta na microssaia que eu vestia. Não aguentou muito e tirou logo sua pica da calça, fazendo-me virar pra lubrificá-la com uma chupada gostosa como a que eu dei naquela enorme pica preta, grossa e comprida ( como eu adoro), Senti seu coração pulsando na ponta da pica e pedi a ele para enterrá-na minha buceta molhadinha, o que fez imediatamente, logo que colocou uma camisinha. Quando senti aquele pau monstruoso entrando na porta da minha xaninha, dei um urro, misto de dor e de prazer, pedindo para ele não parar, o que quer que eu falasse, enquanto meu marido me beijava ardentemente. Então, meu deus grego enterrou sem dó aquela tora de uma só vez. Vi estrela, vi cometas, vi sistemas planetários nunca antes vistos.Gritei: "soca, soca esta porra, me arrebenta, me rasga". E ele obedeceu, fudendo num ritmo frenético, até não aguentar mais. Quando percebi que ele iria gozar, pedi que gozasse na minha bunda, no lado de fora. Foi tanta porra que ele me lambuzou toda. Senti o leitinho escorrendo pelas minhas costas e bunda e indo até a bucetinha, pois ainda estava meio que de quatro. A porra escorria e pingava no chao,mas parte dela era apanhada pelos meus dedinhos, que a levava até meus lábios cedentos de porra. Depois, lambi sua pica molhadinha até que ficasse sequinha, sem uma gota sequer. Algumas pessoas lá próximas do quiosque perceberam o que estava acontecendo, mal acreditando no que presenciavam. Saímos do local como se nada tivesse acontecido e eu com a cara mais lavada deste mundo, mas muito feliz, pois tinha dado uma das mais excitantes fodas da minha vida. Depois disso, nunca mais vimos aquele homem. Que bandida que sou rs rs rs

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Sendo paga como uma puta

SENDO PAGA COMO UMA PUTA $$$
 

Certa vez, falei com meu marido que gostaria de ser tratada como uma puta. Ele sempre fantasiou coisas do tipo comigo e eu nunca havia tido coragem. Foi, então, que ele deu a ideia de procurar alguém pra pagar pra fuder como se paga um prostituta. Adorei a ideia e logo fui pra internet pra "desenrolar" com alguém, que não foi difícil conseguir. Lugar marcado, fomos os 3 para o mote, eu, meu pagante e meu marido escondido na mala do carro ( quem nunca fez isso rs rs )? Lá chegando, fui logo abraçada pelo meu amante e trocamos longos beijos deliciosos (adoro beijar), com meu marido me sarrando por trás.Virei-me de frente para meu maridinho, beijando-o muito, sendo sarrada,agora, pelo meu namorante, que foi baixando minha calcinha e tocando minha pele com sua língua quente. Lambeu o cuzinho e chegou a minha xaninha. Delirei. Beijava mais ardentemente meu marido. Meu amante me virou e me fez tirar sua pica dura da calça e me fez cair de boca naquela tora, já pingando de tesão. Chupei muito e fui até as bolas, subindo e descendo.Ele,então, me deitou na cama e caiu de boca na minha bucetinha, já toda encharcada, com as pernas escancaradas. Quando eu não aguentava mais de tesão, implorei para ele me penetrar com aquele tarugo, e ele não perdeu tempo. Socou fundo, entrando e saindo, deitado sobre mim.Depois, invertemos e eu quis cavalgar aquele macho louco de tesão, que suava e delirava de tanto que fudia minha bucetinha meladinha. Nisso, meu maridinho não aguentou mais só olhar e veio participar da brincadeira também. Neste momento, eu falei que queria uma DP, coisa que ainda não havíamos feito. Ele perguntou se eu tinha certeza disso, e eu falei que se ele não quisesse, eu chamaria o garçon e faria com ele e meu amante. Ele não titubiou. Mandou a pica dentro do meu cuzinho, devagarinho, entrando e me rasgando. Eu delirava sentindo aquelas duas varas dentro de mim, me preenchendo toda. A mulher que nunca sentiu isso não sabe o que está perdendo ( ou deixando de ganhar rs rs ). Quando estávamos todos uivando de tanto tesão e prazer, meu pagante disse que não iria aguentar muito tempo sem gozar, pois estava louco de tesão, que eu era gostosa demais, que era a experiência mais marcante da vida dele, fuder uma putinha na frente do maridinho, pagando por isso, como se estivesse se prestando do serviçõ de uma verdadeira puta de programa. Então, eu pedi pra ele me chamar de vadia, vagabunda, quenga, prostituta e outros sinônimos, e aí é que ele enlouqueceu, falando tudo isso e outras mais palavras desconexas. Quando ele disse que iria gozar, eu falei que queria sentir o seu leitinho na minha boca, e ele prontamente atendeu, retirando sua enorme pica da minha bucetinha e enfiando-a na minha boca, socando até a garganta, quando deu um grito tão alto que pensei que chamaria a atenção dos funcionários do motel, soltando jatos e mais jatos de uma porra quante, que foram sendo despejados na minha boca e lentamente fui permitindo que fossem descendo pela minha garganta, sorvendo todo o seu leite. Meu marido não aguentou ver toda aquela excitação e despejou seus jatos de porra no meu cu, em esguiços sincronizados e constantes.Senti aquela porra me invadindo. Que delícia. Caímos os 3 na cam, quase desfalecidos. Foi então que aconteceu outra parte excitante, que me deixa louca e feliz : o pagamento. Meu amante pegou 4 notas de 50 reais e as colocou sobre meu corpo, espalhadas e desalinhadas. Senti-me uma verdadeira garota de programa, prestando um serviço ( e muito bem prestado rs) ao cliente, que saiu satisfeito e feliz, já programando uma proxima vez. Isso me deixou muito mais excitada, que tive que dar uma outra foda gostosa com meu marido ao chegar em casa. Mulher puta, casada e feliz.

Contrariando a Física, 2 corpos ocupando o mesmo lugar: minha bucetinha rs rs

CONTRARIANDO A FÍSICA, DOIS CORPOS OCUPANDO O MESMO ESPAÇO : MINHA BUCETINHA RS
Certa vez, estava eu teclando na internet, em salas de bate papo, quando fui contactada por um homem que disse que queria realizar uma fantasia sua e que estava disposto até a pagar pra realizá-la. Disse ele que era professor de Física de uma grande universidade pública do Rio de Janeiro, e que queria contrariar o Princípio da Exclusão de Pauli, que diz que dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo, mas o queria no campo sexual, da putaria. Ora, não sou Física, nem entendo da matéria. Aliás, única coisa que lembro ligada ao assunto foi que eu dei pra dois colegas de escola, numa suruba colegial, dentro do laboratório de Física do colégio rs rs. Entendo ( e muito rs ) é de fuder, de putaria, de sexo gostoso, de sacanagens e fantasias. Então, pedi a ele que traduzisse aquilo pra linguagem de um leigo no assunto, de alguém que tem o nível superior apenas em putaria, pós graduada em swing, PHD em sexo virtual, Mestre em sacanagem rs. Explicou ele, então, que aquilo tudo se traduzia na famosa e popular DP, com ambas as picas no mesmo buraquinho, na buceta. Falei pra ele que nunca tinha feito, mas perante a inusitada proposta, de como foi feita, e de um certo valor oferecido, aceitei. Marcamos em um certo ponto e entramos os três, eu, ele e meu marido, no mesmo carro, em um motel, ele fazendo questão de entrar escondido na mala, que acho que foi outra fantasia, não relatada, que foi realizada. Chegando ao quarto, meu marido passou a me beijar, quando senti, por trás de mim, uma boca tocando meu pescoço e depois a língua, chegando, lentamente, até a minha boca, quando trocamos um beijo excitante, virando,agora, pra ele, e dando a bundinha pra ser sarrada,agora, por meu marido. Fui apalpar a pica do nosso amigo, tirando-a daquela calça repressora, libertando-a e aprisionado-a na minha boca, louca por aqueles nervos pulsantes que apareciam por sobre a pele. Depois de muito mamar aquela piroca, ele me colocou de frango assado na cama e deu-me um dos maiores banhos de língua que minha xotinha já havia recebido.Claro, gozei em sua boca, mas o fogo aumentou. Pedi que ele me penetrasse fundo com aquela tora, o que ele fez imediatamente, socando fundo, no que respondi com movimentos contrários de encontro a ele, conforme a Terceira Lei de Newton, de ação e reaçao, pois eu tinha que demonstrar meus conhecimentos de Física rs rs. Em determinado momento, ele falou que era chegada a hora de colocar a teoria em prática, e pediu para meu marido vir por trás e meter na minha buceta, junto com ele. Falei pra meu amante que seria minha primeira vez, pra que ele fosse cuidadoso e carinhoso. Meu homem veio devagar e foi enfiando sua pica onde já se encontrava a do meu amante catedrático e, de repente, senti que haviam, realmente, dois corpos em um só lugar, e mais uma vez mostrei meus conhecimentos na matéria, dizendo ao meu genero$o amante que eu estava elétrica, com milhares de volts de tensão sexual e dezenas de ampères de corrente erótica na minha xoxotinha. Que delíciaaa !!! Melhor ainda, foi sentir uma fusão, não nuclear, mas de espermas que ocorreu dentro da minha buceta quando senti ambos gozarem, quase ao mesmo tempo. Depois disse, tirei ambas as picas e tratei de deixá-las limpinhas, sugando cada gota de leite que estivesse ainda presente.

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